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Ricardo Gali, formado pela Escola de Arte Dramática ECA-USP. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral coordenado por Antunes Filho durante dois anos. Atualmente cursa Comunicação das Artes do Corpo PUC/SP.

Vem trabalhando como artista em projetos pedagógicos vinculados a instituições como a Secretária de Cultura do Estado e a Universidade de São Paulo.

Patrícia Bergantin, integra a Cia. Perversos Polimorfos desde 2011.

Formada em balé clássico pela Escuela Nacional de Ballet de Cuba. Trabalhou com Marta Soares e Jorge Garcia.

Em paralelo realiza as seguintes pesquisas: Modulação, uma investigação solo, pesquisando Supernada com Clarice Lima e Monstra com Elisabete Finger.

Em 2014 participou do organismo Lote Osso como convidada e estreou o solo Projeto para Exercício de Atenção, pelo Edital NC:SS, em parceria com o artista visual Haroldo Saboia.

Jerônimo Bittencourt é bailarino, performer e praticante de parkour.

Atualmente é integrante da Cia. Perversos Polimorfos (desde 2009) e da J.Gar.Cia Dança Contemporânea (desde 2011).

Desde 2007 trabalha com a linguagem da improvisação cênica e pesquisa diferentes formas de experimentar o espaço. Concebeu o solo “Um sonho para Flávio” contemplado pelo EDITAL 2012 – Novos Coreógrafos – Novas Criações: Site Specific 2012 no CCSP.

Josefa Pereira, artista da dança e da performance.

Formada bailarina clássica e graduada no curso de Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP com habilitação em dança e performance (2009).

Participou como bailarina/performer e colaboradora em trabalhos de diversos artistas como Marta Soares, Wellington Duarte, Elizabeth Finger, Cláudia Muller, Adriana Grechi, Clarice Lima, entre outros, além de integrante da Cia Perversos Polimorfos desde 2013.

Atualmente dedica-se à criação do trabalho solo "Hidebehind" iniciado dentro do contexto da residência artística “Lugarização” (2015) promovida pela Cia Corpos Nômades.

Entre as criações autorais destacam-se “Palco-Instalado” (2008-2010), “Abaixo a Gravidade”(2009-2010), “Secofelia” (2010) e a vídeo-dança “Gole” (2009).

Foi criadora e perfomer do Núcleo de Garagem onde realizou os trabalhos: “Travèssa”(2011-2015), "Sua Dança é um Segredo"(2014) e Demolições (2011).

Integrou o Ghawazee Coletivo de Ação (2011-2014), reunião interdisciplinar entre dez mulheres que realizou performances para diversos contextos públicos.

Gabriel Fernandez Tolgyesi é bacharel em Dança pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Atualmente é bailarino na Cia Perversos Polimorfos. Foi produtor executivo da Companhia Perversos Polimorfos nos anos de 2014 e 2015.

Em 2015, foi contemplado pelo ProAC primeiras obras de dança para criação do solo “This is not about me”. Dirigiu o site-specific “Acesso de sacadas” no Centro Cultural São Paulo.

Como bailarino participou da peça “Enthusiastic dance on the grave” de Ko Murobushi . Fez produção de campo e contra-regragem para Morena Nascimento nos espetáculos "Reverie" e "Clarabóia".

Em 2013 participou das seguintes residências artísticas: “NunOff” de Miquel Barcelona e Laura Vilar em Barcelona, e “DEEP>ARTURES” de Teresa Ranieri e Bruno Perosa em Portugal. Participou dos projetos “Corpus” e “Affinitá Eletive” da artista residente Teresa Ranieri.

Carolina Canteli, bacharela e licenciada em Dança pela Universidade Estadual de Campinas.

É assistente de pesquisa no projeto Mapa da Dança da Cidade de São Paulo – Conectedance, coordenado por Ana Francisca Ponzio.

Em 2015, participou enquanto intérprete-criadora do trabalho Acesso de Sacadas de Acesso de Sacadas contemplado pelo edital site specific CCSP 2015, com direção de Gabriel Tolgyesi, como artista colaboradora no projeto Abissal, da iNSAiO Cia de Arte.

No ano de 2015 fez parte do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo, atuando no setor de comunicação, bem como no ano anterior integrou a equipe do programa de Fomento à Dança.

Danilo Patzdorf, graduado em Artes Visuais (ECA/USP), desenvolve pesquisas teóricas, práticas, artísticas e educativas em torno do estatuto do corpo contemporâneo; atravessando, para tanto, a dança, a performance, o teatro, a comunicação e a educação.

Foi contemplado pelo edital “Site-specific em Dança” do Centro Cultural São Paulo (2015/CCSP) com o projeto “Corpo (In) Visível”, realizado em co-autoria com a artista visual Cássia Aranha. Em 2015, integrou o elenco da Cia. Danças Claudia de Souza, dançando o trabalho “Roda de Pólvora”. Em 2014, participou da idealização e realização coletiva (com Claudia de Souza, Patricia Zuppi e Robson Ferraz) do projeto “Partilha do Sensível”, com o qual reuniam criadores em dança para apresentar e debater processos de criação e pesquisa em dança contemporânea (2014-2015/CCSP, 2016/SESC Pinheiros).

José Renato F. Almeida, artista-produtor, Mestre em Comunicação e Semiótica (2007) e Graduado em Comunicação das Artes do Corpo (2004), ambos pela PUC-SP. Desde 2004 desenvolve projetos com os prêmios Caravana Funarte de Circulação Nacional, Klauss Vianna, Cultura Inglesa Festival, Fomento a Dança para a cidade de São Paulo, Circulação da Caixa Cultural, ProAC (Programa de Ação Cultural) do Governo do Estado de São Paulo, SESI, SESC.

Foi professor de Elaboração de Projetos e Políticas Culturais na Escola Livre da Dança (Santo André) e foi integrante do Núcleo Corpo Rastreado (2009-11). Em 2012 fundou a Cais Produção Cultural, produtora com a qual desenvolve os projetos com artistas de teatro, dança, circo, musica e outros.

Rafael Limongelli é mestrando em educação e arte na UNIFESP e trabalha junto à Cia. Perversos Polimorfos.

Formado em artes cênicas (INDAC, 2008) e ciências sociais (PUC, 2013) e publicou o livro Cretino (Ed. Patuá, 2013).

Em 2015 integrou a Ocupação Marina Abramoiv+MAI (SESC Pompéia) como performer e facilitador do método. Foi também supervisor da ação arte educativa da Máquina Tadeusz Kantor (SESC Consolação).

Foi contemplado com o Prêmio Itinerários em Teatro (SMC/BMA/2015) e desenvolve o trabalho Raiz Ruína.

Fábio Furtado tem bacharelado em Letras – Latim / Português – Universidade de São Paulo – USP Centro de Pesquisas Teatrais – CPT – Antunes Filho – 1999 M2 – curso de formação em fotografia com Carlos Moreira e Regina Martins.

Fotógrafo da companhia de teatro Pândega, dirigida por Maria Alice Vergueiro – 2008 – atual Fotógrafo da companhia Perversos Polimorfos, dirigida por Ricardo Gali.

Espetáculos recentes: “Imagem-nua e outros contos”, “Ânsia” e “BanksyBang”.

Atualmente prepara um documentário que vem sendo registrado sobre o processo de criação da Companhia Perversos Polimorfos, cujas captações de imagens estão sendo realizadas há mais de 3 anos.

Aline Santini trabalhou com projetos luminotécnicos do ano de 1998 a 2000 na LaLampe Iluminação.

Em 2013 foi indicada ao Prêmio Shell na categoria melhor iluminação.

Integra a Cia. Perversos Polimorfos desde 2007, tendo criado a iluminação dos espetáculos Phaedra’s Love (2008), Banksy Bang (2010) contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2010 e Ânsia (2011). Em 2013 participou do espetáculo “ Imagem-nua e outros contos” contemplada pela 13º Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

Durante 05 anos (2000 a 2005) foi assistente do renomado iluminador Wagner Pinto, onde teve seu nome ligado ao crédito de diversos trabalhos teatrais, ao lado de grandes encenadores.